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	<title>Produtos orgânicos &#8211; ECOAGRI</title>
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	<description>Comunidade agroecológica</description>
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		<title>Orgânicos</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/organicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2025 00:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira essa série de animações do Ministério da Agricultura e Pecuária explicando o mundo dos produtos orgânicos sob a perspectiva do consumidor, do produtor, feirantes e comerciantes. Consumidores Produtores Feiras Comerciantes Bares e restaurantes Fonte: Ministério da Agricultura e Pecurária]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira essa série de animações do Ministério da Agricultura e Pecuária explicando o mundo dos produtos orgânicos sob a perspectiva do consumidor, do produtor, feirantes e comerciantes.</p>
<h2>Consumidores</h2>
<div class="responsive-container"><iframe title="ORGÂNICOS - CONSUMIDORES" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/wzQuhv2zpV8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>Produtores</h2>
<div class="responsive-container"><iframe title="ORGÂNICOS - PRODUTORES" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/FrxZf_4nRYQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>Feiras</h2>
<div class="responsive-container"><iframe title="ORGÂNICOS - FEIRAS" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/7OLxgdUmHUc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>Comerciantes</h2>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="ORGÂNICOS - COMERCIANTES" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/r2WaQqOuJNk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>Bares e restaurantes</h2>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="ORGÂNICOS - BARES E RESTAURANTES" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/lWFaKDAyERg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/organicos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ministério da Agricultura e Pecurária</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que consumir alimentos orgânicos?</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/por-que-consumir-alimentos-organicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2025 22:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Horta urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A agricultura orgânica visa principalmente produzir alimentos saudáveis e proteger o meio ambiente, uma vez que não usa insumos químicos como fertilizantes e agrotóxicos, além de sementes modificadas e mecanização intensa. A ideia da agricultura orgânica surge em oposição aos modelos convencionais, que são conhecidos por poluir cursos d’água, esgotar os nutrientes do solo, não &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/por-que-consumir-alimentos-organicos/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Por que consumir alimentos orgânicos?"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura orgânica visa principalmente produzir alimentos saudáveis e proteger o meio ambiente, uma vez que não usa insumos químicos como fertilizantes e agrotóxicos, além de sementes modificadas e mecanização intensa.</p>
<p>A ideia da agricultura orgânica surge em oposição aos modelos convencionais, que são conhecidos por poluir cursos d’água, esgotar os nutrientes do solo, não oferecer condições de trabalho justas e salários dignos aos trabalhadores e, por fim, produzir alimentos que não fazem bem ao organismo humano.</p>
<p>Os alimentos orgânicos não se resumem apenas a agricultura, mas também fazem parte na pecuária, de modo que os animais não recebem hormônios.</p>
<p>O foco da agricultura orgânica não é a quantidade de alimentos, mas sim, a qualidade deles.</p>
<p>Geralmente possuem mais vitaminas, minerais e antioxidantes do que os convencionais. Ou seja, a agricultura orgânica preza muito pela saúde dos consumidores.</p>
<p>Para exemplificar, podemos citar menos gorduras saturadas no gado orgânico, maior nível de ômega-3 em frango orgânico, acréscimo de 29% de magnésio em vegetais orgânicos e aumento de resveratrol em vinhos orgânicos. Como você pode perceber, esses alimentos são mais saudáveis, e assim contribuem para a prevenção de doenças (inclusive o câncer) e fortalecem o sistema imunológico.</p>
<p>Ao eliminar o uso de agrotóxicos, o agricultor tem economia financeira. A agricultura convencional faz um forte uso de máquinas, que acabam substituindo o trabalho humano.</p>
<p>Portanto, a agricultura orgânica também tem o benefício de empregar muitos trabalhadores, e muitas vezes é praticada por famílias.</p>
<p>A desvantagem é que para produzir alimentos nesse modelo, os custos são mais elevados, e o preço final dos alimentos nos mercados e feiras acaba ficando mais caro também, podendo ficar até 40% mais caro. Mas de uma forma geral, os alimentos orgânicos não são acessíveis a boa parte da população.</p>
<p>O Brasil é um dos países que mais usa agrotóxicos no mundo. Muitas substâncias proibidas em diversos países são permitidas por aqui. Por outro lado, a produção orgânica vem crescendo no país. Atualmente, existem cerca de 15 mil propriedades certificadas e alguns estados que se destacam são Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.</p>
<p>Além dos produtores que cultivam para vender, também vêm crescendo o número de pessoas que cultivam alimentos orgânicos dentro de casa para o consumo próprio.</p>
<p>O cultivo pode acontecer em quintais ou até mesmo no interior da residência, sob a forma de um jardim vertical, por exemplo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://blog.cicloorganico.com.br/sustentabilidade/por-que-consumir-alimentos-organicos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Blog Ciclo Orgânico</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Conheça os incríveis benefícios do adubo orgânico</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/conheca-os-incriveis-beneficios-do-adubo-organico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 22:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[O adubo orgânico é produzido a partir da compostagem. A compostagem é uma técnica que transforma resíduos de origem animal e vegetal em adubo. É uma alternativa barata para os agricultores. Além do adubo orgânico fertilizar o solo, pelo fato de ser produzido a partir de resíduos vegetais e animais, evita que esses resíduos sejam &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/conheca-os-incriveis-beneficios-do-adubo-organico/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Conheça os incríveis benefícios do adubo orgânico"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O adubo orgânico é produzido a partir da compostagem. A compostagem é uma técnica que transforma resíduos de origem animal e vegetal em adubo. É uma alternativa barata para os agricultores. Além do adubo orgânico fertilizar o solo, pelo fato de ser produzido a partir de resíduos vegetais e animais, evita que esses resíduos sejam destinados a aterros sanitários e lixões, onde produzem gás metano e chorume, que possuem graves impactos ambientais.</p>
<p>O adubo orgânico serve principalmente para fornecer nutrientes às plantas. Serve também para corrigir, conservar e recuperar a fertilidade do solo.</p>
<p>Além dos macronutrientes fósforo, potássio e nitrogênio, também fornece micronutrientes como cálcio, magnésio e enxofre. Pode ser aplicado em qualquer cultura e o ideal é que seja adicionado após uma análise de solo, pois assim é possível identificar quais nutrientes estão mais em falta e escolher o tipo de adubo mais adequado.</p>
<p>Outro tipo de adubo é o químico, que é produzido a partir da extração mineral ou refino do petróleo. Entre os tipos de adubos químicos mais conhecidos estão os carbonatos, cloretos e fosfatos.</p>
<p>Os adubos químicos são muito utilizados pois são absorvidos de forma mais rápida que os orgânicos, porém podem causar danos e desequilíbrio aos solos.</p>
<p>Também podem ser escoados pela água da irrigação, ficam disponíveis por menos tempo e os nutrientes podem ser perdidos para a atmosfera.</p>
<h2>Quais são os benefícios do adubo orgânico?</h2>
<ul>
<li>Retém água no solo</li>
<li>Reduzem as oscilações de temperatura ao longo do dia, uma vez que não são bons condutores de calor</li>
<li>Melhoram a circulação de ar no interior do solo</li>
<li>Em comparação com o adubo químico, o orgânico é absorvido mais lentamente, mas possui efeitos mais duradouros e saudáveis</li>
</ul>
<p>De uma forma geral, podemos dizer que o adubo orgânico favorece o crescimento das raízes, a floração, a frutificação e a resistência a doenças e pragas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://blog.cicloorganico.com.br/hortas-e-jardins/conheca-os-incriveis-beneficios-do-adubo-organico/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Blog Ciclo Orgânico</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Agrofloresta x Agricultura Sintrópica x Permacultura x Orgânicos</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/agrofloresta-x-agricultura-sintropica-x-permacultura-x-organicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 13:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura sintrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Agroecologia, Permacultura, Agrofloresta, Agricultura Sintrópica, Orgânicos… É fácil se perder em meio a tantos conceitos e propostas. Mas e ai, o que é cada um? Começando pela Agrofloresta O conceito de agrofloresta já está aqui pelo Brasil desde dos anos 80. O conceito evolui da proposta de Agrossilvicultura, onde espécies lenhosas são cultivadas em consórcio &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/agrofloresta-x-agricultura-sintropica-x-permacultura-x-organicos/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Agrofloresta x Agricultura Sintrópica x Permacultura x Orgânicos"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agroecologia, Permacultura, Agrofloresta, Agricultura Sintrópica, Orgânicos…</p>
<p>É fácil se perder em meio a tantos conceitos e propostas. Mas e ai, o que é cada um?</p>
<h4>Começando pela Agrofloresta</h4>
<p>O conceito de agrofloresta já está aqui pelo Brasil desde dos anos 80. O conceito evolui da proposta de Agrossilvicultura, onde espécies lenhosas são cultivadas em consórcio com espécies herbáceas e anuais, então basicamente a idéia surge da possibilidade de consórcio de árvores, plantadas para madeira, e herbáceas para alimentação ou pasto.</p>
<p>Na publicação da Embrapa “Sistemas Agroflorestais: Conceitos e Aplicações” por Vera Lex Engel dá para ter uma idéia, nessa publicação tem uma conceituação legal para quem quiser se aprofundar.</p>
<p>Partindo daí vemos a necessidade de evolução do conceito do Ernst Gostch, quando ele aborda seu método como Agricultura Sintrópica sendo diferente de Agrofloresta, ou seja, qualquer produção de madeira atrelada com herbáceas já estariam englobadas no termo Agrofloresta, sendo assim se eu plantasse Eucalipto consorciado com milho e feijão por exemplo eu já estaria fazendo “Agrofloresta”, muito diferente da Agricultura Sintrópica.</p>
<h4>Agricultura Sintrópica</h4>
<p>A Agricultura Sintrópica, conceito apresentado pelo Ernst Gotsch, mais do que um simples consórcio entre madeira e herbáceas é baseado na Sintropia,</p>
<p>“O princípio da Sintropia (ao qual a entropia está intimamente ligada, dentro de cada sistema do universo, até mesmo os cibernéticos, vivos ou não) faz com que sua existência seja preservada apesar da entropia nesse mesmo sistema. É um processo que opõe-se à perda de energia, e desorganização através de uma injeção de novas energias geradas a partir deste mesmo processo ou de outros, de fora do sistema, e muitas vezes energia inútil nestes. “-Wikipedia</p>
<p>Sendo assim o sistema Sintrópico já é pensado para ser organizado e estabelecer ganho energético.</p>
<p>Na prática é a busca por um sistema em equilíbrio onde todas as espécies tem seu papel. O Eucalipto não está ali apenas para a produção de madeira, ele irá gerar matéria orgânica que vai adubar o solo, descompactar e buscar nutrientes em outras camadas para devolver ao solo na parte superior, e fazer parte de um sistema de interação entre espécies.</p>
<p>Na Agricultura Sintrópica quem gerencia o sistema está constantemente buscando uma sucessão biodiversa acelerando os processos e buscando uma floresta produtiva. De maneira geral a Agricultura Sintrópica é uma Agrofloresta, mas nem toda Agrofloresta é Sintrópica. A Agrofloresta pode estar pautada em propostas tradicionais de aplicações de venenos, herbicídas sendo apenas uma possibilidade de consorcio agrícola.</p>
<h4>Permacultura</h4>
<p>A Permacultura é um conceito que nasceu na Austrália desenvolvida por Bill Mollison e David Holmgren. O nome tem origem na união das duas palavras Permanente e Agricultura.</p>
<p>Uma Agricultura Permanente, a Permacultura tem como uma das suas principais bases o design de ambientes sustentáveis como Bill Mollinson descreveu:</p>
<p>“Permacultura é um sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza.”</p>
<p>A Permacultura abrange diversos conceitos, e vai desde a ocupação de um terreno, a criação de lagos artificiais para a fertirrigação.</p>
<h4>Orgânicos</h4>
<p>Ahh os orgânicos! com selos bonitos e chamando a atenção nas gôndolas de supermercados.</p>
<p>Entre os conceitos aqui apresentados talvez o mais simples, orgânico, apenas aceita a aplicação do que organicamente foi retirado, extraído ou gerado.</p>
<p>Há muitas exigências das certificadoras, e para ter aquele selinho no produto existe uma enorme lista do que tem que ser feito.</p>
<p>Sempre bom lembrar que o orgânico não é sinônimo de sustentável. O orgânico de certo está na minha lista do menos pior. Ele não recebeu agrotóxico nem adubo químico, porém isso não é tudo no meu modo de ver, acredito na Agricultura Sintrópica e na Permacultura onde a idéia e estarmos permanentemente no local, produzindo de forma sadia com o mínimo possível de elementos externos. Mas e o orgânico?</p>
<p>Não acho a simplicidade do orgânico suficiente para uma mudança de consciência e de forma de produção. O orgânico muitas vezes apenas muda o pacote da agricultura tradicional para um pacote tradicional com insumos orgânicos. A lógica de produção, extrativista sem preocupação com o solo continua mas com insumos orgânicos.</p>
<p>Por Pedro Savério Penna.</p>
<p>Fonte: <a href="https://quintalflorestal.com.br/agrofloresta-x-agricultura-sintropica-x-permacultura-x-organicos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Quintal Florestal</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saiba o passo a passo de como produzir húmus de minhoca</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/saiba-o-passo-a-passo-de-como-produzir-humus-de-minhoca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 19:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[O húmus de minhoca é um adubo natural muito recomendado para a agricultura, especialmente para a produção orgânica. A formação de húmus na floreta acontece de forma natural com a decomposição de folhas e galhos. A minhoca também produz húmus, um substrato muito parecido com terra e rico em nitrogênio, fósforo, potássio, magnésio e outros &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/saiba-o-passo-a-passo-de-como-produzir-humus-de-minhoca/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Saiba o passo a passo de como produzir húmus de minhoca"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O húmus de minhoca é um adubo natural muito recomendado para a agricultura, especialmente para a produção orgânica. A formação de húmus na floreta acontece de forma natural com a decomposição de folhas e galhos. A minhoca também produz húmus, um substrato muito parecido com terra e rico em nitrogênio, fósforo, potássio, magnésio e outros elementos importantes parta nutrição das plantas.</p>
<p>O Técnica Rural especial Família Nação Agro traz o passo a passo para produção do húmus, com recomendações técnicas para a construção de um minhocário até a aplicação do húmus na lavoura.</p>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="Técnica Rural Húmus" src="https://player.vimeo.com/video/446251713?dnt=1&amp;app_id=122963" width="525" height="295" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe></div>
<p>Veja a matéria completa em:<br />
<a href="https://www.nacaoagro.com.br/noticias/conheca-o-passo-a-passo-de-como-produzir-humus-de-minhoca/" target="_blank" rel="noopener"><strong>https://www.nacaoagro.com.br/noticias/conheca-o-passo-a-passo-de-como-produzir-humus-de-minhoca/</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como começar a produzir alimentos orgânicos?</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/como-comecar-a-produzir-alimentos-organicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 13:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura sintrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira a entrevista com Fernando Ataliba, do Sítio Catavento, em São Paulo, referência na produção de hortaliças e frutas. Fonte: Canal CI Orgânicos / YouTube &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a entrevista com Fernando Ataliba, do Sítio Catavento, em São Paulo, referência na produção de hortaliças e frutas.</p>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="Como começar a produzir alimentos orgânicos?" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/Mqna-3SNFzE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Fonte: <a href="https://www.youtube.com/c/CIOrg%C3%A2nicos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Canal CI Orgânicos</strong></a> / YouTube</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agricultura orgânica e sistêmica</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/agricultura-organica-e-sistemica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 13:22:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura sintrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A agricultura orgânica pensa de forma sistêmica: todos os elementos da natureza estão interligados. Confira esse bate-papo com Fernando Ataliba, do Sítio Catavento, em São Paulo. Fonte: Canal CI Orgânicos / YouTube &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura orgânica pensa de forma sistêmica: todos os elementos da natureza estão interligados.</p>
<p>Confira esse bate-papo com Fernando Ataliba, do Sítio Catavento, em São Paulo.</p>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="Agricultura orgânica e sistémica, Fernando Ataliba" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/jNA_fmJRbb0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Fonte: <a href="https://www.youtube.com/c/CIOrg%C3%A2nicos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Canal CI Orgânicos</strong></a> / YouTube</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça a fazenda que dobrou a produtividade de grãos com o cultivo orgânico</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/conheca-a-fazenda-que-dobrou-a-produtividade-de-graos-com-o-cultivo-organico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 12:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura sintrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Com uma produção sustentável, empresa consegue fazer com que o meio ambiente trabalhe a seu favor. Empreendimento, que tem emissão de carbono negativo, gera lucro de 40% ao ano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fazenda da Toca (@tocaorganicos) Fonte: Fazenda da Toca (Instagram)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma produção sustentável, empresa consegue fazer com que o meio ambiente trabalhe a seu favor. Empreendimento, que tem emissão de carbono negativo, gera lucro de 40% ao ano.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CNlMSFBArRH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:800px; min-width:483px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/tv/CNlMSFBArRH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Fazenda da Toca (@tocaorganicos)</a></p>
</div>
</blockquote>
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<p>Fonte: <strong><a href="https://www.instagram.com/tocaorganicos/" rel="noopener" target="_blank">Fazenda da Toca (Instagram)</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Deficiência de nutrientes nas plantas</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/deficiencia-de-nutrientes-nas-plantas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 18:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura sintrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ecoagri.com.br/?p=5477</guid>

					<description><![CDATA[A falta ou insuficiência de nutrientes debilita e atrasa o desenvolvimento das plantas, que passam a apresentar sintomas de deficiência nutricional. O estado nutricional das plantas é avaliado por meio da diagnose foliar (análise de tecidos vegetais) e diagnose visual (observação de sintomas de deficiência ou excesso). O objetivo da avaliação nutricional das plantas é &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/deficiencia-de-nutrientes-nas-plantas/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Deficiência de nutrientes nas plantas"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A falta ou insuficiência de nutrientes debilita e atrasa o desenvolvimento das plantas, que passam a apresentar sintomas de deficiência nutricional.</p>
<p>O estado nutricional das plantas é avaliado por meio da diagnose foliar (análise de tecidos vegetais) e diagnose visual (observação de sintomas de deficiência ou excesso). O objetivo da avaliação nutricional das plantas é identificar os nutrientes que estariam limitando o crescimento e produção das culturas. Consiste basicamente, em se comparar uma planta, uma população de plantas ou uma amostra dessa população com um padrão da cultura em questão.</p>
<p>Como nas folhas ocorrem os principais processos metabólicos do vegetal, as mesmas são os órgãos da planta mais sensíveis às variações nutricionais. Se houver falta ou excesso de um nutriente, isto se manifestará em sintomas visíveis, os quais são típicos para um determinado elemento.</p>
<figure id="attachment_5478" aria-describedby="caption-attachment-5478" style="width: 720px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5478" src="https://www.ecoagri.com.br/web/wp-content/uploads/ecd3cb1c-b397-4b85-8bb0-e1d6678fb53b.jpg" alt="" width="720" height="538" srcset="https://www.ecoagri.com.br/web/wp-content/uploads/ecd3cb1c-b397-4b85-8bb0-e1d6678fb53b.jpg 720w, https://www.ecoagri.com.br/web/wp-content/uploads/ecd3cb1c-b397-4b85-8bb0-e1d6678fb53b-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption id="caption-attachment-5478" class="wp-caption-text">Principais sintomas da deficiência de nutrientes verificados nas folhas das plantas de milho.</figcaption></figure>
<p>Os principais sintomas de deficiência nutricional, fatores associados e medidas de correção são relacionados a seguir:</p>
<h3>Nitrogênio</h3>
<p>A exigência do elemento é maior nos primeiros estádios de crescimento. Em sua falta ou insuficiência, o crescimento da planta é retardado e as folhas mais velhas tornam-se verde-amareladas. Se a falta do nutriente for prolongada, toda a planta apresentará esses sintomas. Em casos mais severos, ocorre redução do tamanho dos folíolos, e as nervuras principais apresentam uma coloração púrpura, contrastando com um verde-pálido das folhas. Os botões florais amarelecem e caem.</p>
<p>As condições que predispõem à deficiência são: insuficiência de fertilizante nitrogenado, baixo nível de matéria orgânica no solo, elevado nível de matéria orgânica não decomposta no solo, deficiência de molibdênio (Mo), compactação do solo, intensa lixiviação e seca prolongada. A correção faz-se pela aplicação de nitrogênio, preferencialmente na forma nítrica, em cobertura ou foliar.</p>
<h3>Fósforo</h3>
<p>A deficiência de fósforo é observada com freqüência em solos de baixa fertilidade e nos que possuem elevada taxa de adsorsão desse nutriente, como os solos de cerrados. A taxa de crescimento das plantas é reduzida desde os primeiros estádios de desenvolvimento. As folhas mais velhas adquirem coloração arroxeada, em razão do acúmulo do pigmento antocianina. Em estádios de desenvolvimento mais tardios, as folhas apresentam áreas roxo-amarronzadas que evoluem para necroses. Essas folhas caem prematuramente, e a planta retarda sua frutificação.</p>
<p>A absorção de fósforo pelo tomateiro é afetada principalmente pela concentração de fósforo na solução do solo. A acidez ou a alcalinidade do solo, o tipo e a quantidade de argila predominante, o teor de umidade, a compactação do solo, o modo de aplicação dos fertilizantes e as temperaturas baixas na fase de emergência das plantas também afetam a absorção desse nutriente. A correção do solo pode ser feita preventivamente com a aplicação de adubo fosfatado antes do plantio.</p>
<h3>Potássio</h3>
<p>É o nutriente mais extraído pelo tomateiro. A deficiência de potássio torna lento o crescimento das plantas; as folhas novas afilam e as velhas apresentam amarelecimento das bordas, tornando-se amarronzadas e necrosadas. O amarelecimento geralmente progride das bordas para o centro das folhas. Ocasionalmente verifica-se o aparecimento de áreas alaranjadas e brilhantes. A falta de firmeza dos frutos, em muitos casos, é também devida à deficiência de potássio.</p>
<p>O teor de potássio no solo, a taxa de lixiviação, a calagem excessiva ou a presença de altos teores de cálcio, magnésio e amônia no solo afetam a disponibilidade de potássio para a planta. A correção pode ser feita com a adubação em cobertura de sulfato ou cloreto de potássio, seguida de irrigação.</p>
<h3>Cálcio</h3>
<p>O sintoma característico da deficiência de cálcio inicia com a flacidez dos tecidos da extremidade dos frutos, que evolui para uma necrose deprimida, seca e negra. O sintoma é conhecido como podridão estilar ou &#8220;fundo-preto&#8221;. Em condições em que ocorrem períodos curtos de deficiência – principalmente quando ocorrem mudanças bruscas de condições climáticas –, observam-se tecidos necrosados no interior dos frutos, cujo sintoma é conhecido como coração preto. Eventualmente verificam-se, em condições de campo, deformações das folhas novas e morte dos pontos de crescimento.</p>
<p>Geralmente, qualquer fator que diminua o suprimento de cálcio, ou interfira em sua translocação para o fruto, pode provocar deficiência. Assim, fatores como irregularidade no fornecimento de água, altos níveis de salinidade, uso de cultivares sensíveis, altos teores de nitrogênio, enxofre, magnésio, potássio, cloro e sódio na solução do solo, pH baixo, utilização de altas doses de adubos potássicos e nitrogenados – principalmente as fórmulas amoniacais – e altas taxas de crescimento e de transpiração contribuem para o aparecimento do sintoma.</p>
<p>Previne-se a deficiência de cálcio com a aplicação adequada de corretivos e com a adoção de um manejo eficiente de irrigação, evitando que a planta sofra estresse hídrico, principalmente nas fases de florescimento e crescimento dos frutos. A correção da deficiência é feita com pulverização foliar de cloreto de cálcio a 0,6%, dirigida às inflorescências.</p>
<h3>Magnésio</h3>
<p>A deficiência de magnésio é bastante comum em plantações de tomate e caracteriza-se por uma descoloração das margens dos folíolos mais velhos, que progride em direção à área internerval, permanecendo verdes as nervuras. Quando a deficiência é mais severa, as áreas amarelas vão escurecendo, tornando-se posteriormente necrosadas. Sintomas causados por infecção de vírus podem ser confundidos com deficiência de magnésio.</p>
<p>Solos ácidos, arenosos, com alto índice de lixiviação e altos níveis de cálcio, potássio e amônio afetam a disponibilidade de magnésio. Previne-se a deficiência com a aplicação adequada de calcário dolomítico ou de sulfato de magnésio (30 kg/ha) no solo, antes do plantio. A correção pode ser feita com pulverização foliar de sulfato de magnésio a 1,5%. A aplicação foliar conjunta de uréia favorece a absorção de magnésio.</p>
<h3>Enxofre</h3>
<p>Os sintomas de deficiência de enxofre são semelhantes aos de nitrogênio, ou seja, as folhas apresentam coloração verde-amarelada. Entretanto, neste caso, as folhas novas são as primeiras a serem afetadas. As plantas deficientes geralmente apresentam o caule lenhoso, duro e de pequeno diâmetro.</p>
<p>As condições que promovem a deficiência de enxofre são as mesmas relatadas para o nitrogênio, acrescidas de excessivo uso de &#8220;adubos concentrados&#8221;, normalmente sem enxofre. Não há necessidade de adubação específica para fornecimento de enxofre. Em casos especiais, a utilização de gesso agrícola, na dosagem de 800 kg/ha, aplicado antes do plantio, juntamente com a calagem, ou a aplicação de sulfato de potássio ou de magnésio, no plantio, previnem a deficiência.</p>
<h3>Boro</h3>
<p>Na deficiência de boro, as folhas novas do tomateiro tornam-se bronzeadas, ocorrendo, em seguida, morte das gemas e das folhas. O pecíolo torna-se quebradiço e a planta murcha nas horas mais quentes do dia, em razão dos danos provocados ao sistema radicular. Sintomas de clorose e deformação das folhas novas são muitas vezes confundidos com o sintoma da virose &#8220;Topo-amarelo&#8221;. Os frutos apresentam manchas necróticas de coloração marrom, principalmente perto do pedúnculo, e não desenvolvem totalmente a cor vermelha. As paredes do fruto tornam-se assimetricamente deprimidas e os lóculos se abrem.</p>
<p>As condições que predispõem a deficiência de boro são: calagem excessiva, solos arenosos e elevado índice de precipitação pluviométrica. A prevenção da deficiência faz-se com a aplicação de bórax na adubação de plantio (30 kg/ha). A correção durante o cultivo pode ser feita com pulverização foliar de bórax a 0,25%.</p>
<h3>Molibdênio</h3>
<p>Os sintomas de deficiência de molibdênio expressam-se em condições de carência de nitrogênio, apresentando um amarelecimento das folhas mais velhas e possíveis necroses marginais com acúmulo de nitrato. Solos com pH abaixo de 5,0 predispõem a deficiência desse nutriente.</p>
<p>A correção se faz com a calagem e a aplicação de 1 a 2 kg/ha de molibdato de amônio no solo, ou com pulverização foliar a 0,3%. Não se deve fazer mais de uma aplicação de molibdato no solo, já que os níveis tóxicos são facilmente atingidos.</p>
<h3>Zinco</h3>
<p>Os sintomas de deficiência de zinco manifestam-se nas partes mais novas da planta, com o encurtamento dos entrenós, ligeira clorose das folhas, redução do tamanho e deformação das folhas. Excesso de calagem, elevado índice de lixiviação e alta concentração de fósforo no solo favorecem a deficiência. A prevenção é feita com a aplicação de sulfato de zinco, na dosagem de 30 kg/ha, junto com a adubação de plantio. A correção pode ser feita com pulverização foliar de sulfato de zinco, na dosagem de 15 g/L de água.</p>
<p>Para mais informações, veja também o livro:</p>
<p><div class="sdm_fancy_template_wrapper"><div class="sdm_fancy2_item "><div class="sdm_fancy2_wrapper"><div class="sdm_fancy2_download_item_top"><div class="sdm_fancy2_download_thumbnail"><img decoding="async" class="sdm_fancy2_thumb_image" src="http://www.ecoagri.com.br/web/wp-content/uploads/Guia-de-Deficiência-Nutricionais-em-Plantas.jpg" alt = "Guia de Deficiência Nutricionais em Plantas" /></div></div><div class="sdm_fancy2_download_title">Guia de Deficiência Nutricionais em Plantas</div><div class="sdm_fancy2_download_link"><a href="https://www.ecoagri.com.br/?sdm_process_download=1&download_id=5460" class="sdm_fancy2_download_dl_link" target="_self">Baixar</a></div></div></div></div><div class="sdm_clear_float"></div><br />
&nbsp;</p>
<p>Fonte de pesquisa:<br />
<a href="https://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Tomate/TomateIndustrial_2ed/deficiencias.htm" target="_blank" rel="noopener">Embrapa</a><br />
<a href="http://conhecendoosadubos.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener">Blog Conhecendo os Adubos</a><br />
<a href="https://acientistaagricola.pt/deficiencia-de-nutrientes-nas-plantas/" target="_blank" rel="noopener">A Cientista Agrícola</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agricultura Orgânica</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/agricultura-organica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 18:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ecoagri.com.br/?p=5474</guid>

					<description><![CDATA[Um grupo de assentados da reforma agrária buscou qualificação profissional e passou a investir na agricultura orgânica. O cultivo de hortaliças totalmente livres de agrotóxicos é a principal fonte de renda da comunidade Colônia I, na zona rural do Distrito Federal. Acompanhe a matéria do programa Momento Ambiental mostrando como é possível retirar o sustento da &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/agricultura-organica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Agricultura Orgânica"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de assentados da reforma agrária buscou qualificação profissional e passou a investir na agricultura orgânica. O cultivo de hortaliças totalmente livres de agrotóxicos é a principal fonte de renda da comunidade Colônia I, na zona rural do Distrito Federal.</p>
<p>Acompanhe a matéria do programa <strong>Momento Ambiental</strong> mostrando como é possível retirar o sustento da terra, gerar empregos e preservar a natureza.</p>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="Agricultura Orgânica - Momento Ambiental" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/AKrbf5Ilaa4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Fonte: <a href="https://www.youtube.com/channel/UCTuZ_TeFKO39e6iVUydlBZw" target="_blank" rel="noopener"><strong>Momento Ambiente</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ritmos da Terra, uma fazenda biodinâmica</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/ritmos-da-terra-uma-fazenda-biodinamica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 17:28:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Documentários]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça a fazenda orgânica e biodinâmica &#8216;Ritmos da Terra&#8217;, localizada no município de Angelina/SC. Fonte: Canal Raimundo Ribeiro Martins]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça a fazenda orgânica e biodinâmica &#8216;Ritmos da Terra&#8217;, localizada no município de Angelina/SC.</p>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="Ritmos da Terra, uma fazenda biodinâmica" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/ny0KJOcN2w4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Fonte: <a href="https://www.youtube.com/channel/UC43S9GEUzeais8akQKwoqCw" target="_blank" rel="noopener"><strong>Canal Raimundo Ribeiro Martins</strong></a></p>
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		<title>Agapan Debate: Agrotóxicos</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/agapan-debate-agrotoxicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2019 17:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura sintrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Palestra do Engenheiro Agrônomo Sebastião Pinheiro em evento promovido pela Agapan &#8211; Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural. Fonte: Agapan]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Palestra do Engenheiro Agrônomo <strong>Sebastião Pinheiro</strong> em evento promovido pela <strong>Agapan &#8211; Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural</strong>.</p>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="Agapan Debate Março 2019" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/biZoh8CbkAQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Fonte: <a href="https://www.youtube.com/channel/UC1JmB5cGaLXE8y5FOV08NPA" target="_blank" rel="noopener"><strong>Agapan</strong></a></p>
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		<title>Sementes crioulas &#8211; Cultivando a biodiversidade para as gerações futuras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 13:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A semente crioula é compreendida como patrimônio da humanidade, mas com a concentração de monopólios, o uso intensivo de agrotóxicos e a introdução de transgênicos, muitas variedades vem sendo perdidas. Como forma de resistência, entidades e grupos sociais fazem ações diferenciadas com excelentes resultados. Documentário produzido pelo Instituto Cultural Padre Josimo &#8211; 2011 – também &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/sementes-crioulas-cultivando-a-biodiversidade-para-as-geracoes-futuras/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Sementes crioulas &#8211; Cultivando a biodiversidade para as gerações futuras"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A semente crioula é compreendida como patrimônio da humanidade, mas com a concentração de monopólios, o uso intensivo de agrotóxicos e a introdução de transgênicos, muitas variedades vem sendo perdidas. Como forma de resistência, entidades e grupos sociais fazem ações diferenciadas com excelentes resultados.</p>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="Sementes Crioulas" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/nDdHdCvWtPw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Documentário produzido pelo <a href="https://www.youtube.com/redirect?q=http%3A%2F%2Fwww.padrejosimo.com.br&amp;v=nDdHdCvWtPw&amp;event=video_description&amp;redir_token=mu2RIZCKTx-3viACsh5iOnIra9p8MTU1NTY3ODk5OUAxNTU1NTkyNTk5" target="_blank" rel="noopener">Instituto Cultural Padre Josimo</a> &#8211; 2011 – também legendado em inglês.</p>
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		<title>Receita de Biofertilizante – Bokashi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 18:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
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					<description><![CDATA[Ingredientes: 1 balde (= 20 litros) solo da mata 1 litro de leite 1 kg açúcar mascavo ou melado 2 copos pó de pedra 1 balde farelo de qualquer cereal (milho, arroz, trigo, etc.) &#160; Modo de preparo: Misturar todos os ingredientes e umidificar um pouco até ficar uma farofa molhada. Acomodar no balde e &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/receita-de-biofertilizante-bokashi/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Receita de Biofertilizante – Bokashi"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Ingredientes:</h3>
<ul>
<li>1 balde (= 20 litros) solo da mata</li>
<li>1 litro de leite</li>
<li>1 kg açúcar mascavo ou melado</li>
<li>2 copos pó de pedra</li>
<li>1 balde farelo de qualquer cereal (milho, arroz, trigo, etc.)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Modo de preparo:</h3>
<p>Misturar todos os ingredientes e umidificar um pouco até ficar uma farofa molhada.</p>
<p>Acomodar no balde e fechar com saco plástico.</p>
<p>Deixar a mistura descansar por 40 dias, na sombra.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Mel Mantiqueira: coleta e preparação das colmeias</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/mel-mantiqueira-coleta-e-preparacao-das-colmeias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 18:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça o modelo de coleta da colmeia  e preparação das colônias usadas pelo apiário Mel Mantiqueira. &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça o modelo de coleta da colmeia  e preparação das colônias usadas pelo apiário Mel Mantiqueira.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>A bastardização dos alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2018 23:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde a época em que trabalhei como pesquisador na Seção de “Matéria Prima” do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas, nas décadas de 70 e 80, que eu achava muito estranha aquela visão puramente industrial de se conceituar os alimentos. Naquela visão industrialista, os alimentos na sua forma natural não passavam de meras, e &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/a-bastardizacao-dos-alimentos/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A bastardização dos alimentos"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a época em que trabalhei como pesquisador na Seção de “Matéria Prima” do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas, nas décadas de 70 e 80, que eu achava muito estranha aquela visão puramente industrial de se conceituar os alimentos. Naquela visão industrialista, os alimentos na sua forma natural não passavam de meras, e por conseguinte desvalorizadas, “matérias primas” destinadas a produzir, na visão míope daquela época, um alimento “superior” industrializado, padronizado, massificado, mas porém, desvitalizado e, por isso mesmo, bastardizado.</p>
<p>Na década de 80, o bacana era alimento industrializado. Sucos de fruta com reduzido valor nutricional, “leite” de soja alergênico, leite longa vida UHT totalmente desprovido de suas enzimas e vitaminas, carnes embutidas e conservadas repletas de sódio e de nitratos cancerígenos, frutas em calda ou em forma de doces de corte repletos de açúcar e por conseguinte obesogênicos, margarina com óleos ômega-6 pro-inflamatórios e gordura trans, mas vendidas como “boa para o coração” até com o aval, que eu duvido que tenha sido de maneira desinteressada, da Sociedade Brasileira de Cardiologia.</p>
<p>Vivíamos a época da “fortificação” dos alimentos, ou seja, removia-se todos os minerais e vitaminas no processo de beneficiamento dos grãos e depois “inteligentemente” se adicionava ferro numa forma inorgânica de baixa absorção pelo organismo e que contribui ainda mais para o problema da sobrecarga férrica ou Iron Overload, além de acido fólico também em uma forma inexistente nos alimentos e que hoje sabemos fazer mais mal do que bem, posto que está em uma forma não metilada e, portanto, não natural.</p>
<p>Jamais foi, por aqueles senhores que fundaram o ITAL, reconhecido o fato incontestável e cristalino que, nem com toda a nossa imensa tecnologia disponível, nem mesmo com a tecnologia disponível hoje em dia, a industria de alimentos seria capaz de melhorar a qualidade de qualquer alimento pelo processamento desses mesmos alimentos. Jamais em tempo algum. Ponto final.</p>
<p>Quando muito, o processamento poderia manter a qualidade, aumentar a vida de prateleira, e até maximizar os lucros evitando perdas desnecessárias mas sempre as custas da diminuição da qualidade original desses mesmos alimentos, até o ponto deles se tornarem meras sombras daqueles alimentos originais e o maior exemplo desse processo todo seria o pão, conforme bem lembrado pelo meu amigo e colega Graeme Sait em seu ultimo artigo ( 1 ).</p>
<p>A grande realidade, que muitos ainda se recusam a ver, é que nós humanos, apesar de todas as conquistas tecnológicas, ainda somos os mesmos homens da caverna de cerca de 330 gerações atrás, que viviam da caça e da coleta de alimentos e que depois evoluíram para o cultivo e a coleta de cereais. Estamos programados geneticamente e evolutivamente para consumir alimentos de preferência frescos, não processados, diretamente da sua fonte e que, voltar a consumir alimentos com essas características, pode ter um efeito regenerativo muito grande no nosso organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O PÃO NOSSO DE CADA DIA</h3>
<p>Alguém ainda tem alguma dúvida de que essa “coisa “ vendida nas padarias brasileiras sob o rótulo de “pãozinho francês” é apenas uma sombra do que foi o pão verdadeiro imortalizado até na oração católica, O Pai Nosso, deixada para todos nós por Jesus Cristo ?</p>
<p>Como é possível conceber, que o alimento que serviu de base para a humanidade, seja hoje um alimento proscrito por ser causador de “intolerâncias” alimentares e ser apontado como um vilão alergênico e obesogênico ?</p>
<p>Quem imaginaria que o sagrado “pão nosso de cada dia” chegaria a ser tão difamado e tão denegrido ? Até ler o artigo do Graeme Sait, eu ainda não tinha pensado nessa hipótese, mas parte da resposta talvez esteja mesmo na chamada “Revolução Verde” e a outra parte na forma de como o pão é feito hoje em dia.</p>
<p>Não é novidade para ninguém que hoje nós vivemos mergulhados, por assim dizer, em um oceano de doenças inflamatórias e degenerativas, a grande maioria das quais perfeitamente reversíveis pela dieta. Existem estudos que demonstram que mais de 70% daquilo que nos torna doentes ou nos mata tem origem na nossa alimentação.</p>
<p>Isso não chega a ser novidade para ninguém. O famoso provérbio de que “você é aquilo que come” ainda continua válido depois de tanto tempo.</p>
<p>Quando nós transformamos uma farinha integral em refinada, nós removemos cerca de 80% do valor nutritivo desse alimento. O pão nesse contexto se transforma em um anti-nutriente.</p>
<p>Um dos processos que requerem mais energia no corpo humano é o processo digestivo, ou simplesmente a digestão e esse processo é movido a nutrientes. Quando um alimento com uma quantidade de nutrientes tão baixa é fornecida ao corpo, e esse alimento ainda precisa ser digerido, pode ocorrer o que é conhecido como perda liquida ( net loss ) de nutrição, que ocorre quando a quantidade de energia que entra no sistema é inferior a quantidade de energia produzida no final do processo. O balanço energético, nesse caso, é negativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>UM MUTANTE DESMINERALIZADO</h3>
<p>A bastardização do pão ancestral, que proporcionou o surgimento da humanidade como nós a conhecemos hoje em dia, começou, ao que tudo indica, com a controvertida “Revolução Verde”. Norman Bourlag, seu idealizador, selecionou híbridos que não cresciam muito para que pudessem receber maior quantidade de fertilizante e com isso produzir mais, sem que as plantas tombassem ( “acamamento”), o que era uma característica das plantas de trigo pré Revolução Verde.</p>
<p>Ocorre que, para isso, ele não recorreu aos métodos tradicionais de cruzamento para produzir sementes híbridas mas irradiou as sementes das variedades tradicionais e selecionou mutantes que hoje se tornaram as variedades consumidas por todos nós. Esse trigo mutante de menor estatura, solucionou o problema de perda de produção ligadas as dificuldades na colheita daquelas plantas que “acamavam” ( tombavam) devido ao seu tamanho e sob o efeito do vento.</p>
<p>Entretanto, esse aumento de produtividade ocorreu as custas de perdas na densidade nutritiva dos grãos de trigo. Sait cita que as variedades de trigo consumidas hoje em dia absorvem menos 50% de Ferro, menos 30% de Cálcio e Magnésio e 20% menos microelementos do que os trigos varietais originais de polinização aberta ( 1 ). Esse mesmo quadro também ocorre entre as variedades híbridas de milho e isso já era sabido desde a década de 30.</p>
<p>Porém, existe um mineral que esse cereal nutricionalmente comprometido não consegue mais absorver. Esse mineral é justamente um elemento raramente considerado em programas de fertilidade e adubação de gramíneas, ou seja, o cobalto. Por menos importante que isso possa parecer, o cobalto é o elemento central de uma importante vitamina, a B12 . Uma das principais razões da maioria de nós hoje sermos carente dessa vitamina é devido a ausência de cobalto no nosso alimento mais consumido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>QUEM PRECISA DESSA “TECNOLOGIA” DE ALIMENTOS?</h3>
<p>Os três únicos ingredientes do pão tradicional seriam, fermento natural, farinha de trigo e sal.</p>
<p>Entretanto, hoje em dia, a maioria das padarias usam as chamadas “misturas prontas” que podem conter entre outros, leite em pó, vários tipos de gorduras vegetais, farinha de soja, açúcar, enzima alfa-amilase, e vários tipos de conservantes químicos e “melhoradores” de farinha, um eufemismo para designar alguns tipos de ingredientes químicos exóticos como azodicarbonamida (ADA), que é também um dos ingredientes na fabricação de plásticos (PVC). Essa substância, a ADA, foi removida de todos os produtos de diversas cadeias de fast food americanas devido a sua má reputação, mas no Brasil ainda é amplamente usado. Desde 2005 essa substância foi banida pela União Européia e pela Australia para a fabricação de plásticos cujos usos incluem contato direto com os alimentos.</p>
<p>Quem vocês acham que é um dos principais produtores de azodicarbonamida (ADA) ou aditivo 927a ou ainda aditivo “melhorador” de farinha INS 927a ?</p>
<p>Acertou quem respondeu: A empresa Novozymes que faz parte do grupo Monsanto!</p>
<p>Obviamente, não temos outra alternativa, a não ser desconfiar, quando vemos um portal, supostamente informativo defendendo o uso do ADA , como o site do médico Global, Drauzio Varela, mantido pela UOL, que garante que esse produto, banido em vários países (reconhecidamente causador de alergias alimentares, e proibido na Australia por causar Hiperatividade, Asma, Urticaria, Insônia e Distúrbios no metabolismo da Vitamina E) não faria mal a sua saúde.</p>
<p>Dessa forma, esse seria ainda um motivo a mais para entendermos que esse produto químico deva fazer exatamente o oposto do que é apregoado nesse portal de aluguel ( 3 ).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>COMPROMETENDO MINERAIS IMPORTANTES E ENZIMAS PRECIOSAS</h3>
<p>As duas maiores carências de minerais do mundo ocidental são de Magnésio e Zinco e é importante entender as causas subjacentes dessas carências generalizadas. Existe uma grande correlação entre o consumo de cereais, o consumo excessivo de pães e a carência de zinco e magnésio. Cereais e grãos contem um ácido natural chamado ácido fítico que se liga fortemente a esses dois minerais tornando-os inaproveitáveis pelo corpo humano. Os compostos formados, fitato de magnésio e fitato de zinco são insolúveis e são geralmente excretados, ao invés de serem absorvidos e aproveitados pelo corpo humano. É importante ressaltar que o ácido fítico é um componente natural de grãos e cereais e que a soja contém a maior quantidade desse composto natural entre todos eles. Os fitatos também são capazes de bloquear a absorção de Cálcio, Ferro, Cobre além de Zinco e Magnésio.</p>
<p>Outro fator que compromete a nutrição adequada é a existência de inibidores enzimáticos tanto nos grãos quanto nos cereais. A menos que os grãos e cereais sejam devidamente preparados para serem consumidos, por meio da neutralização dos fitatos e dos inibidores enzimáticos, esses anti nutrientes irão interferir na necessária absorção dos minerais.</p>
<p>A melhor estratégia para neutralizar esses anti nutrientes nos grãos e cereais seria por intermédio da Pré-Germinação (Hidratação) e da Germinação propriamente dita. Ao serem colocados em contato com a umidade (água), os Lactobacillus que fazem parte da flora normalmente encontradas nesses alimentos se multiplicam, além de permitir que as enzimas e outros organismos benéficos, como as Leveduras, degradem e neutralizem grande parte do ácido fítico contido nos grãos.</p>
<p>A ação dessas enzimas também aumentam a quantidade de várias vitaminas do complexo B. Durante o processo de hidratação e fermentação, o glúten e outras proteínas difíceis de digerir são parcialmente “quebradas” em componentes mais simples de serem digeridos.</p>
<p>Podemos listar 10 bons motivos para hidratar e germinar grãos, cereais e nozes antes de consumi-los :</p>
<ol>
<li>Remover ou reduzir o ácido fítico.</li>
<li>Remover os taninos.</li>
<li>Neutralizar os inibidores enzimáticos.</li>
<li>Aumentar a produção de enzimas benéficas.</li>
<li>Aumentar as quantidade de vitaminas, especialmente do Complexo B.</li>
<li>Degradar o glúten e facilitar a digestão.</li>
<li>Tornar as proteínas mais prontamente disponíveis para a absorção.</li>
<li>Prenevir deficiências minerais e perda óssea.</li>
<li>Neutralizar toxinas no cólon e mantê-lo limpo.</li>
<li>Prevenir várias doenças e condições de saúde.</li>
</ol>
<p>Nesse esse ponto vocês já devem estar se perguntando se existiria uma forma segura de consumir pão ? A resposta é sim. Ela existe. E é por isso que de agora em diante vocês irão presenciar um aumento significativo de padarias artesanais destinadas a produzir o pão artesanal de fermentação natural ou chamado sourdough bread.</p>
<p>Esse é o verdadeiro pão. Qualquer outro tipo industrializado não passaria de uma versão “Fake”, ou mais um Fake Food, como é o caso do “pãozinho francês “.</p>
<p>Os próbioticos que trabalham ativamente na fermentação da massa do pão artesanal não somente predigerem a farinha dos grãos de trigo para aumentar a sua biodisponibilidade, mas eles também consomem e neutralizam o ácido fítico.</p>
<p>Aveia, por exemplo, não deveria ser consumida crua sem hidratação ou sem pré fermentação. O excelente livro da Sally Fallon traz inúmeras receitas de como consumir grãos e cereais, eliminando os chamados fatores anti nutricionais ( 4 ).</p>
<p>Como inóculos podemos lançar mão de produtos fermentados vivos como por exemplo o FloraNew ( ANew) ou até mesmo capsulas de Lactobacillus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>UM ALIMENTO ACIDIFICANTE QUE ENCURTA A VIDA</h3>
<p>O nosso equilibrio entre acidez e alcalinidade é muito mais importante do que muitos imaginam. Esse tema foi trazido a tona pela primeira vez por Carey Reams, carinhosamente chamado de “Doc “ por quem o conheceu ( 5 ). Na verdade ele foi a criador da agricultura que hoje é conhecida como “Biological Agriculture” com a sua “Teoria da Ionização” e influenciou toda uma geração de consultores que ajudaram a criar o que hoje é conhecido por Agricultura Biológica ou Regenerativa.</p>
<p>Embora o status quo médico irá lhe dizer que o sangue tem um sistema de auto ajuste do pH, o assunto da acidez metabólica é uma história completamente diferente e hoje, após 40 anos de RTBI (Reams Theory of Biological Ionization), nós temos um volume muito grande de evidências clinicas e de pesquisa que demonstram que a acidez da saliva e da urina são fatores pre determinantes no surgimento de diversas doenças, e não o pH do sangue que sempre vai estar em homeostase.</p>
<p>Ambos fluidos corpóreos, saliva e urina, devem ter idealmente um pH de 6.4 , pela manhã e a maioria das pessoas estão muito acidas, com pH geralmente em torno de 6.0, se avaliadas por esse parâmetro.</p>
<p>Existem vários fatores causadores dessa epidemia de acidez tais como, stress, baixo consumo de frutas e hortaliças, consumo excessivo de proteínas, deficiência do mineral mais alcalinizante, que é o Magnésio, e uma abundância e consumo exagerado de carboidratos refinados, sendo que, os mais acidificantes seriam o açúcar e o pão.</p>
<p>E como o Brasil é o país da piada pronta, o chamado “Pão Francês” só existe por aqui mesmo sendo totalmente desconhecido na França da forma como ele é feito aqui nas terras tupiniquins.</p>
<p>O pão convencional “francês” é um alimento altamente acidificante que, de quebra, quelatiza o mineral mais alcalinizante, o Magnésio, que também é um dos maiores aliviadores de stress que existem ( 2 ). Essa é a razão dos sucos verdes que contém clorofila, e por conseguinte magnésio, serem bastante usados com a finalidade de reduzir a acidez e é por isso mesmo que são tão eficientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA : FAÇA O SEU PRÓPRIO PÃO!</h3>
<p>Algumas vezes se quisermos recuperar a nossa própria saúde, isso irá requerer algum esforço e dedicação. Fazer o nosso próprio pão seria uma das forma de nos livrarmos de uma só vez de toda essa contaminação diária de glifosato usando farinha de trigo orgânica, de nos livrarmos de um alimento acidificante cujo balanço energético é proximo de negativo, cheio de contaminantes químicos, incluindo o Azodicarbonamida, ou INS 297a e, ainda por cima, de um ladrão de minerais essenciais como zinco e magnésio.</p>
<p>O pão ficaria ainda melhor se pudéssemos utilizar o Spelt que é um parente ancestral do trigo e que nunca foi manipulado geneticamente. Ele contém mais proteína que o trigo e é um dos raros cereais que possui ação alcalinizante no nosso corpo. O spelt é muito mais denso em nutrição que o seu primo mutante e contém uma quantidade significativa menor de gluten. Tudo de bom em um único cereal e ainda pode se transformado em pão.</p>
<p>Fica aqui, então, a dica para os agricultores mais imaginativos e inovadores para cultivar o Spelt. E para finalizar eu lembro as palavras de Graeme Sait quando disse : “ Não é difícil escapar de alimentos bastardizados, mas é uma estratégia essencial se quisermos sobreviver nesse mundo comoditizado”. A porcentagem de alimentos industrializados no seu carrinho de supermercado é geralmente um indicativo da sua saúde e longevidade. Nós fomos projetados para consumir alimentos frescos e integrais e se abraçarmos o caminho da alimentação natural, é inevitável que comecemos a ter uma idéia exata dos alimentos como medicinais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>José Luiz M Garcia<br />
</strong>Setembro de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>REFERÊNCIAS</p>
<ol>
<li>Sait, Graeme (2018) The Bastardization of our Food – The Daily Bread Story ,<br />
https://blog.nutri-tech.com.au/the-bastardisation-of-our-food/</li>
<li>Dean, Carolyn (2007) The Magnesium Miracle, Ballantine Books, N.Y., 309 pgs.</li>
<li>Azodicarbonamide 927a.<br />
https://noshly.com/additive/927a/flour-treatment-agent/927a/</li>
<li>Fallon, S. &amp; M. G.Enig ( 2001) Nourishing Traditions, New Trends Publishing Inc, Washington, D.C., 674 pgs.</li>
<li>Reams, Carey (1978) Chose Life or Death: Reams Biological Theory of Ionization, New Leaf Press Inc., 176 pgs.<br />
http://groenning.de/download/choose_life_or_death_rbti_carey_reams.pdf</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://viriditas.blog/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Viriditas</strong></a></p>
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		<title>Por que os alimentos orgânicos são mais caros?</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/por-que-os-alimentos-organicos-sao-mais-caros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 14:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os produtos orgânicos certificados são geralmente mais caros do que os convencionais, por várias razões, tais como o fornecimento destes alimentos é limitado em relação à demanda por eles; os custos de produção tendem a serem maiores, porque eles exigem mais trabalho por unidade de produção; o manuseio pós-colheita de quantidades relativamente pequenas desses alimentos &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/por-que-os-alimentos-organicos-sao-mais-caros/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Por que os alimentos orgânicos são mais caros?"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os produtos orgânicos certificados são geralmente mais caros do que os convencionais, por várias razões, tais como o fornecimento destes alimentos é limitado em relação à demanda por eles; os custos de produção tendem a serem maiores, porque eles exigem mais trabalho por unidade de produção; o manuseio pós-colheita de quantidades relativamente pequenas desses alimentos têm um custo mais elevado especialmente durante o processamento e transporte; e, a cadeia de comercialização e distribuição de produtos orgânicos é um tanto ineficiente e os custos são mais elevados, porque são relativamente distribuídos pequenos volumes. Portanto, com o aumento da demanda por alimentos orgânicos, as inovações tecnológicas e economias de escala devem reduzir os custos de produção, transformação, distribuição e comercialização de produtos orgânicos.</p>
<p>Produtos orgânicos ganharam grande popularidade por duas razões principais.</p>
<p>Em primeiro lugar, o consumidor percebe como alimentos saudáveis os livres de pesticidas e fertilizantes. Em segundo lugar, eles contribuem para a preservação do meio ambiente.</p>
<p>Os consumidores que optam por consumir os orgânicos, não levam em consideração o alto preço em relação aos produtos convencionais, haja vista que acreditam ser um investimento na saúde, pois ao consumirem os produtos orgânicos estarão contribuindo para a saúde pessoal e para a melhoria do planeta (NEVES, 2012).</p>
<p>Os princípios agroecológicos da produção de alimentos orgânicos contemplam o uso saudável e responsável do solo, do ar, da água e dos demais recursos naturais, evitando a contaminação e desperdícios desses elementos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável (NEVES, 2012).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p>NEVES, D. A. L. Escolhas estratégicas para produção de carne bovina orgânica no Brasil: Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Brasília, 2012, 141 p. Dissertação de Mestrado, 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/nutricao/por-que-os-alimentos-organicos-sao-mais-caros/59075" target="_blank" rel="noopener"><strong>Portal Educação</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Animação explica para crianças o que é agroecologia e sobre a importância da alimentação orgânica</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/animacao-explica-para-criancas-o-que-e-agroecologia-e-sobre-a-importancia-da-alimentacao-organica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 14:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura sintrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A relação com os alimentos também é aprendida desde os primeiros anos de vida da criança. Para isso, é preciso nutrir a criança com alimentos saudáveis, frutas e legumes frescos, claro, mas também com exemplos e informações. Contudo, nem sempre é uma tarefa simples explicar à elas sobre a importância de se alimentar com legumes &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/animacao-explica-para-criancas-o-que-e-agroecologia-e-sobre-a-importancia-da-alimentacao-organica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Animação explica para crianças o que é agroecologia e sobre a importância da alimentação orgânica"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A relação com os alimentos também é aprendida desde os primeiros anos de vida da criança. Para isso, é preciso nutrir a criança com alimentos saudáveis, frutas e legumes frescos, claro, mas também com exemplos e informações. Contudo, nem sempre é uma tarefa simples explicar à elas sobre a importância de se alimentar com legumes e frutas orgânicas, e sobre o processo de produção envolvido na trajetória dos alimentos, desde a plantação, até o prato.</p>
<blockquote><p>Comer também é aprender: como a alimentação na escola faz parte do processo de aprendizagem integral da criança</p></blockquote>
<p>A animação &#8220;Comida que Alimenta&#8221;, desenvolvida pela Sabiá, uma ONG que atua com a implantação de sistemas agroflorestais, recuperação de nascentes e educação, pode ser um bom caminho para apresentar esses temas às crianças. O vídeo mostra uma conversa entre uma menina, sua mãe, e um agricultor sobre o quanto é melhor comer produtos agroecológicos.</p>
<p>Confira:</p>
<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="Comida Que Alimenta" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/z6xAkNPV3QI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Com informações de <a href="http://corujices.com/posts-sugeridos/animacao-ensina-sobre-agroecologia-e-alimentacao-para-criancas" target="_blank" rel="noopener"><strong>Corujices</strong></a>.</p>
<p>Fonte: <a href="https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/nutricao-2/indicacao/animacao-explica-para-criancas-o-que-e-agroecologia-e-sobre-importancia-da-alimentacao-organica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Catraquinha</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Agricultura no século 20</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/a-agricultura-no-seculo-20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 17:53:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura sintrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Justus von Liebig O ano é 1824. O país, Alemanha. A cidade, Giessen. O famoso cientista Justus von Liebig, aquele que inspiraria todo estudante de química das décadas seqüentes, é nomeado professor da Universidade de Giessen. Durante 28 anos Liebig ministrou aulas a alunos encantados com as possibilidades da química. Após a 2ª Guerra Mundial, &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/a-agricultura-no-seculo-20/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A Agricultura no século 20"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Justus von Liebig</h3>
<p>O ano é 1824. O país, Alemanha. A cidade, Giessen. O famoso cientista Justus von Liebig, aquele que inspiraria todo estudante de química das décadas seqüentes, é nomeado professor da Universidade de Giessen. Durante 28 anos Liebig ministrou aulas a alunos encantados com as possibilidades da química. Após a 2ª Guerra Mundial, a universidade passa a se chamar Justus Liebig University e seu antigo departamento é transformado em Museu, um dos mais importantes até hoje.</p>
<figure id="attachment_4349" aria-describedby="caption-attachment-4349" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4349 size-full" src="https://www.ecoagri.com.br/web/wp-content/uploads/justus-von-liebig-1.jpg" alt="" width="580" height="361" srcset="https://www.ecoagri.com.br/web/wp-content/uploads/justus-von-liebig-1.jpg 580w, https://www.ecoagri.com.br/web/wp-content/uploads/justus-von-liebig-1-300x187.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px" /><figcaption id="caption-attachment-4349" class="wp-caption-text">Justus von Liebig</figcaption></figure>
<p>Justus von Liebig é chamado o pai da agricultura moderna. A Lei de Liebig – lei do mínimo &#8211; é ensinada aos estudantes de agronomia em todo o mundo. Nela, o crescimento das plantas é determinado pelo elemento presente no solo na mínima quantidade adequada, de maneira mais simples. Isso quer dizer que as plantas crescem de acordo com os elementos encontrados no solo. A partir disso foi fácil concluir que era só adicionar NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) que as plantas cresceriam mais. Esse foi o início da era dos fertilizantes químicos.</p>
<p>A fórmula NPK é vendida até hoje como adubo. Sim, faz as plantas crescerem e em contrapartida enfraquece o solo e faz a planta adoecer. Como um dependente químico, planta e solo perdem sua harmonia, um já não tem capacidade de doar ao outro e ambos adoecem. A invenção de Liebig alimentou em nós a sensação do controle sobre a Natureza. Agora o homem acharia que pode controlar a produção de alimentos, não haveria mais fome: &#8211; Queremos o dobro de beterrabas agora! E assim tivemos.</p>
<h3>Século 19: O início de tudo?</h3>
<p>Por alguns anos todo agricultor que adicionava adubos químicos na terra teve sua produção aumentada, frutos desenvolvidos, boa produtividade. Com o tempo começaram a aparecer invasores, muitos deles. Para que o homem considerasse outros seres uma praga exterminável foi fácil. Gafanhotos, moscas, ratos, bactérias são consideradas pestes enviadas por deuses muito antes dos tempos egípcios. As pragas então poderiam e deveriam ser combatidas. Até aí foram poucos pesquisadores que questionaram de onde vêm as pragas, suas causas. Um deles foi Julius Hensel, contemporâneo de Liebig.</p>
<p>Seu estudo sobre pós de rocha parece ter saído recentemente de um curso sobre agroecologia ou agricultura orgânica e sustentável. Diferentes entre si, tais modelos de agricultura não se apóiam na utilização de fertilizantes ou venenos sintéticos. Abastecem-se de sais minerais encontrados principalmente nas rochas, como fonte elementar para a estrutura química do solo e, assim, das plantas e de quem se alimentar delas. “Alimentos saudáveis, provenientes de um solo saudável geram pessoas saudáveis, nutridas e ainda podem eliminar a fome do mundo”. Era o que Hensel já dizia no século 19, o mesmo slogam da geração de alimentos corretamente ecológicos de hoje.</p>
<p>Hensel e Liebig também podiam ser compatriotas, mas não eram de maneira alguma partidários. Acabar com a fome era uma das metas da Alemanha pré-nazista, o calcanhar de Aquiles para a soberania de qualquer país. Restava saber qual a forma seria utilizada, se os baratos pós de rocha de Hensel – hoje se compra pó de rocha industrializado a preços nada solidários – ou a fabulosa fábrica de fertilizantes.</p>
<h3>Revendo o passado</h3>
<p>A história nos mostra que a Alemanha do início do século 20 foi culturalmente e cientificamente próspera. De suas fábricas saíram corantes sintéticos, a aspirina, anestésicos, medicamentos, conservantes, fertilizantes e uma infinidade de outras invenções químicas. Suas universidades eram conceituadas, principalmente nos ramos da química e da física. A conquista de mercado pela Alemanha ultrapassava a Europa e se estendia às Américas. Explicar o Nazismo sem considerar a vanguarda da industria química alemã da época é negar as bases tecnológicas que levariam uma nação a enfrentar o restante dos países. Devemos lembrar que os agrotóxicos foram originariamente concebidos como aparatos de guerra e depois reconstituídos e disseminados pelo mundo como defensivos agrícolas. Nesses últimos séculos, muitos pacifistas não foram ouvidos &#8211; foram assassinados ou então processados como foi Hensel.</p>
<p>Assim, Liebig continuou seus estudos, sintetizou leite em pó, detergente&#8230; ele costumava falar que o homem só seria civilizado se usasse sabonete. E começamos a usar sabão para tudo, até para ‘limpar’ as plantações e colocar mais inseticida. Hoje a gente limpa, limpa, limpa e continua vindo barata, rato, mosca&#8230; Com a quantidade de inseticida que já usamos não deveriam eles estar extintos? E por que as araras-azuis e micos-leões é que correm perigo? Hoje tomamos antibiótico e as bactérias parecem uma praga, ficam cada vez mais resistentes. Por que?</p>
<p>Liebig não pôde ver as maravilhas que seus estudos nos trouxeram, até porque não viveu para isso. Se o Prêmio Nobel tivesse sido inventado antes de sua morte, Liebig provavelmente teria um, afinal muitos simpatizantes seus o receberam, como exemplo:</p>
<p>1918, Fritz Haber, Nobel de Química pela síntese de amônia a partir do hidrogênio e nitrogênio, representando assim a invenção dos fertilizantes químicos para agricultura, mas não somente para ela. A amônia é usada na fabricação de bombas e isso possibilitou que a Alemanha fabricasse explosivos. Apesar de colaborar com o exército alemão Haber terminou seus dias exilado, por ser judeu. Ele foi responsável pelo ataque com cloro na batalha de Ypres, ato que foi considerado o estopim para a pior guerra química que a humanidade enfrentou, a 1a Guerra Mundial.</p>
<p>1931, Karl Bosch, Nobel de Química pelo desenvolvimento de métodos para tratamento químico com alta pressão. Bosch foi sucessor de Haber na síntese de amônia, através dele sua produção deu-se em larga escala. Também em larga escala, foi seu processo de produção de hidrogênio e metanol de monóxido de carbono e a fixação de nitrogênio. Graças a esse processo, não faltaria amônia para explosivos nem nitrogênio para fertilizantes. Bosch foi presidente do complexo químico alemão, o famoso cartel chamado IG Farben, antes e durante o regime nazista. Nos complexos da IG Farben, muitos judeus trabalharam como escravos e serviram de cobaias para experimentos químicos.</p>
<p>1939, Paul Muller sintetiza novamente o organoclorado DDT*. Iniciou sua carreira na poderosa Geigy AG, Suíça. Recebe em 1948 o Nobel de Medicina por estudar suas propriedades inseticidas no combate ao vetor da Malária. O DDT foi muito utilizado em guerras para a prevenção de soldados contra pulgas, os vetores da Tifo. Hoje é proibido em todos os países pelas suas propriedades cumulativas, carcinogênicas e teratogênicas. Um produto derivado do DDT, o Neocid, largamente utilizado na agricultura, também é muito comum para matar pulgas e outros insetos.</p>
<p>É preciso lembrar que a derrota dos países em guerra rendeu aos demais seu conhecimento tecnológico. Muitos cientistas japoneses e alemães foram transferidos para os complexos militares e industriais da Rússia, EUA, França, Inglaterra e Suíça sem passar por nenhum julgamento. As fórmulas químicas da IG-Farben foram tratadas como informações secretas e seu complexo industrial dividido entre as empresas Bayer-Basf-AGFa. Após a reconstituição da Europa devastada, o mundo viu surgir a ameaça nuclear com a Guerra Fria. Na disputa entre o mundo livre e a bandeira vermelha, diversos países sofreram na pele os efeitos das armas químicas. E enquanto alguns sofriam represálias, outros recebiam atentados e a maioria foi incentivada a entrar no modelo da agricultura moderna.</p>
<h3>O trágico fim</h3>
<p>Liebig ficou conhecido pelas suas descobertas na química. Por muitos anos acreditou que o desenvolvimento daria-se somente através da ‘correção’ dos ‘defeitos’ da Natureza pelo homem. Além de grande cientista, Liebig ao final percebeu a grandiosidade da vida através dos processos químicos. Seu legado perpetuou-se por gerações, mas por interesses mercadológicos seu reconhecimento frente ao poder da Natureza não.</p>
<p>Logo após sua morte o Salitre do Chile utilizado na fabricação de explosivos foi monopolizado pelos ingleses (Guerra do Pacifico, 1879 – 1883) e sua moderna industria química tornaria-se a principal fonte alemã de matéria prima para explosivos num futuro próximo. Liebig suicidou-se. Um fato não lembrado pelos livros de história foi sua lápide.</p>
<blockquote><p>&#8220;- Pequei contra a sabedoria do Criador e com razão fui castigado. Queria melhorar o seu trabalho porque acreditava, na minha obsessão, que um elo da assombrosa cadeia de leis que governa e renova constantemente a vida sobre a superfície da Terra tinha sido esquecida. Pareceu-me que este descuido tinha que emendá-lo o frágil e insignificante ser humano.&#8221; (1803-1873)**.</p></blockquote>
<p>Reportagem especial de Clarissa Tag<br />
<a href="http://www.consciencia.net/2005/mes/10/taguchi-liebig.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Revista Consciência.Net</strong></a>, junho de 2005</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é alimento Biodinâmico?</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/o-que-e-alimento-biodinamico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 19:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ecoagri.com.br/?p=4276</guid>

					<description><![CDATA[Você sabe o que é o alimento Biodinâmico? Especialistas na área nos falam sobre o que é esse tipo de alimento, suas qualidades e benefícios. Fonte: Orgânico Simples]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="responsive-container"><iframe loading="lazy" title="O que é alimento Biodinâmico?" width="525" height="295" src="https://www.youtube.com/embed/Wb3K76IFfWM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Você sabe o que é o alimento Biodinâmico? Especialistas na área nos falam sobre o que é esse tipo de alimento, suas qualidades e benefícios.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Wb3K76IFfWM" target="_blank" rel="noopener"><strong>Orgânico Simples</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O papel da Agricultura na nutrição humana</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/o-papel-da-agricultura-na-nutricao-humana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 19:08:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ecoagri.com.br/?p=4269</guid>

					<description><![CDATA[Embora a maioria das pessoas não se dê conta, o papel dos alimentos é o de nutrir as pessoas e os animais de criação. Ou pelo menos deveria ser. Embora, essa afirmação possa parecer óbvia ela, na verdade, passa desapercebida da maioria das pessoas. Na verdade, já faz algum tempo que os alimentos são produzidos &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/o-papel-da-agricultura-na-nutricao-humana/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "O papel da Agricultura na nutrição humana"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a maioria das pessoas não se dê conta, o papel dos alimentos é o de nutrir as pessoas e os animais de criação. Ou pelo menos deveria ser. Embora, essa afirmação possa parecer óbvia ela, na verdade, passa desapercebida da maioria das pessoas.</p>
<p>Na verdade, já faz algum tempo que os alimentos são produzidos para que sejam trocados por dinheiro. Transformaram-se em “commodities ” . Uma commodity é simplesmente uma “mercadoria “ ou algo dotado de um valor de troca por moeda. Commodity geralmente descreve mercadorias de “baixo valor agregado”.  Quando se deseja verificar o valor de milho, soja, trigo, algodão, café, etc… recorre-se ao caderno de Economia de qualquer jornal ou site de Economia.</p>
<p>Ou seja, alimentos passaram a ser sinônimos de dinheiro e a nutrição, dessa forma, passou a ser um sub-produto do processo de produção de alimentos, ou seja, do processo de geração de riquezas.</p>
<p>Esse enfoque distorcido da realidade, foi percebido já na década de 20 do século passado pelo Dr Rudolf Steiner e seus seguidores, quando deram conta de que os alimentos produzidos em larga escala à base de fertilizantes químicos não estavam nutrindo as pessoas devidamente e já afirmava :</p>
<p>“De fato, pouca gente sabe que durante as últimas décadas os produtos agrícolas, dos quais a nossa vida depende, degeneraram-se extremamente rápido “. E ao mesmo tempo fazia a seguinte pergunta : Quantas décadas mais serão necessárias para que os alimentos não mais sirvam para a alimentação humana ? ( ……)</p>
<p>Quase que ao mesmo tempo, no Japão, Meishu Sama (Mokiti Okada) lançava as bases da sua Agricultura da Natureza (no Brasil traduzido erroneamente como Agricultura Natural) baseada em 5 princípios básicos, sendo que o primeiro deles era: – A Agricultura da Natureza deve produzir alimentos de alta qualidade para a melhoria da saúde humana “. ( ……)</p>
<p>Na década de 40, o Prof. Emérito de Agronomia William Albrecht, PhD, Chefe do Departamento de Solos da Universidade do Missouri, alertava para o fato de que alimentos produzidos à base de N-P-K não forneciam a nutrição adequada e declarava que “ as formulas de adubo contendo somente N, P e K, como as usadas universalmente na agricultura moderna significam má nutrição, ataque por fungos e bactérias, maior incidência de ervas (mato), perdas provocadas pela seca e perda geral da acuidade mental da população, levando a doenças degenerativas e morte prematura “. ( ……)</p>
<p>Eu enfoquei esse assunto no artigo “O Alto Custo de um Sistema Agrícola Falido “ publicado em 2002 na internet e em 2015 nesse mesmo Blog.</p>
<p>Outro artigo enfocando sempre essa problemática foi também escritos, como  “ A Desmineralização crescente dos solos como fator determinante do aumento da incidência das doenças degenerativas ” apresentado no Simpósio sobre Agricultura e Saúde, Hotel Glória- Rio de Janeiro, Julho de 2000. ( ……)</p>
<p>No Brasil, o processo de empobrecimento dos solos que irão gerar alimentos carentes de minerais e demais nutrientes, aparentemente, começou muito antes do descobrimento do nosso país pelos portugueses, pois como é amplamente sabido, os solos brasileiros estão entre os mais velhos geologicamente falando e portanto, entre os mais intemperizados e de baixa fertilidade no planeta.</p>
<p>Na minha opinião, e tenho certeza ser essa a primeira vez em que se apresenta tal teoria, o fato dos habitantes nativos praticarem o canibalismo, é uma indicação segura de que havia carência mineral entre os habitantes daquela época, e em consequência dos solos. Em animais é sabido que o canibalismo é uma prática ligada a carência de minerais, muitas vezes mal interpretada pelos criadores, e que a suplementação mineral desestimula esse habito. De fato, hábitos alimentares degenerados entre os animais tais como, comer terra, comer reboco de construções, comer restos de ossos, são indicações seguras de carência mineral, principalmente cálcio e fósforo.</p>
<p>Pesquisas da National Science Foundation em animais nos diz que eles precisam de pelo menos 45 minerais, 12 amino ácidos essenciais, 16 vitaminas e 3 ácidos graxos essenciais. De acordo com o médico Dr Garry P.Todd, M.D. , o corpo humano necessita de pelo menos 60 minerais para uma nutrição ótima e, basicamente dos mesmos outros nutrientes essenciais que os animais, porém somente 8 minerais estariam disponíveis nos alimentos consumidos hoje em dia, o que torna praticamente impossível obter-se todos os minerais necessários pôr meio da alimentação convencional ( …..)</p>
<p>“A maioria dos solos em todas as regiões do globo encontram-se esgotados de suas reservas minerais não sendo, portanto, possível obter-se os minerais necessários a uma boa nutrição” ( …..)</p>
<p>As carências (e os desequilíbrios) minerais tem sido apontadas como responsáveis pôr um grande número de doenças degenerativas tais como fibrose cística, osteoporose, cardiomiopatia, cerebroplasia, diabetes, atrofia testicular além de várias outras.</p>
<p>Todo o sistema agrícola de pesquisa, ensino e extensão se esforçam para gerar e transmitir tecnologias que promovam a produção de mais  “Toneladas por hectare”,     “ Sacas por hectare” ou “Caixas por hectare”, sem jamais se preocupar com o conteúdo nutricional desses alimentos, partindo do pressuposto de que todos os alimentos, por categoria, contém a mesma composição, o que sabemos não ser verdade.</p>
<p>Vários estudos demonstraram que a qualidade dos alimentos tem decaído de década para década, e variado de local para local e de tipo de solo para tipo de solo, o que, por si, só já torna toda a “ciência” da Nutrição Humana imprecisa visto que é baseada em “Tabelas de Conteúdo Nutricional” com mais de 60 anos de idade.</p>
<p>Por outro lado, já existem igualmente alguns estudos que demonstram que alimentos produzidos pelo sistema biológico apresentam um maior teor de nutrientes principalmente, minerais, proteínas e vitaminas.</p>
<p>O Prof Albrecht colocou muito bem a questão quando afirmou que : “Nós sucumbimos a idéia de que a Agricultura pode ser transformada em um processo industrial. Porém, a verdade é que ela é um processo biológico” ( …. )</p>
<p>Por mais sofisticado que seja o parque industrial agrícola, a Agricultura ainda é um processo biológico e sob esse aspecto deve ser administrada ( ….. )</p>
<p>O Dr Carey Reams, criador do sistema conhecido por “Ionização Biologica”, assunto que será abordado em outro capitulo, nas décadas de 50 e 60, chegava a conclusão que o Cálcio e o Fósforo eram de primordial importância na nutrição vegetal porque os mesmos propiciavam a melhor absorção dos demais minerais, fazendo com que as plantas exibissem um maior teor de sólidos solúveis, tornando-as imunes ao ataque de pragas e doenças, além de apresentarem uma elevada densidade nutricional.</p>
<p>Os alimentos oriundos da agricultura convencional apresentam baixos teores de sólidos solúveis (Brix) além de teores inferiores de minerais, açucares, vitaminas e proteínas. Por outro lado, os alimentos provenientes de cultivos biológicos exibem teores mais elevados de açucares, proteínas, minerais e vitaminas e coincidentemente são também os que apresentam safras adequadas e até mesmo recordes como os vegetais que podem ser observados em:</p>
<p>http://www.recordholders.org/en/records/vegetables.html</p>
<p>Estive pessoalmente com o John Evans em 2002 que me assegurou usar somente métodos naturais e orgânicos na produção de suas hortaliças gigantes, nove delas com registro de recordes no livro Guiness, tendo como base da sua fertilização o emprego do Extrato de Composto aerado ou Compost Tea, que será abordado em outro capítulo adiante.</p>
<p>Portanto, é possível produzir-se alimentos com elevados teores nutricionais e em quantidades iguais ou superiores ao sistema convencional, ao mesmo tempo em que se preserva o meio ambiente e se melhora o solo.</p>
<p>Fica então a mensagem da Agricultura Biológica : Podemos produzir alimentos isentos de contaminantes químicos, mas também com produtividade acima da média da agricultura convencional e (o mais importante) com conteúdo nutricional bem superior aos demais alimentos provenientes do sistema convencional que privilegiam o engessado sistema de N-P-K , por meio de práticas e sistemas que restabeleçam a fertilidade original dos solos, desde que nos esforcemos para providenciar às plantas o ambiente necessário para que possam expressar todo o potencial contido no seu código genético.</p>
<p>John Evans e inúmeros outros agricultores, até mesmo o brasileiro que conseguiu produzir 92 sacas de soja por hectare utilizando métodos biológicos tais como Biofertilizante MICROGEO, multiplicação de organismos biológicos como Bacillus subtilis, Bacillus thuringiensis, Bacillus pumilis, etc… com o meio de cultura MULTIBACTER e outras práticas conservacionistas, foram capazes de provar que existe muito a ser feito usando os atuais códigos genéticos das plantas sem a necessidade de modifica-los. Aquelas super produções alcançadas e as hortaliças gigantes obtidas por métodos biológicos que também incluem o uso de humatos solúveis, extratos de Ascophyllum nodosum, Hidrolisado de Peixe, etc…., nos dão a exata ideia da nossa ignorância com relação ao potencial genético dos vegetais.</p>
<p>Se não modificarmos nossa forma de encarar a realidade e continuarmos a privilegiar o lucro financeiro, o chamado Agronegócio irá eventualmente levar toda a humanidade a falência ambiental.</p>
<p>Portanto, uma mudança de paradigma torna-se necessária de forma radical e urgente. Solos doentes irão gerar Safras doentes que irão gerar Homens e Animais Doentes. Não existe nenhum tipo de atalho nessa situação. É preciso reconstruir o solo de maneira urgente porem sustentável e a Agricultura Biológica é o melhor caminho.</p>
<p>Jose Luiz M Garcia</p>
<p>Fonte: <a href="https://institutodeagriculturabiologica.org/2015/05/06/o-papel-da-agricultura-na-nutricao-humana/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Instituto de Agricultura Biológica</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Agricultura Nutricional &#8211; Uma nova proposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 18:58:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A ciência biológica contemporânea caracteriza-se pelo estudo de áreas do conhecimento de forma totalmente isoladas e estanques. Assim, o Nutricionista desconhece como os alimentos que utiliza no seu trabalho diário são produzidos e usa, ainda hoje, tabelas de composição de alimentos totalmente velhas e ultrapassadas, desconhecendo o fato essencial, para o exercício da sua profissão, &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/agricultura-nutricional-uma-nova-proposta/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Agricultura Nutricional &#8211; Uma nova proposta"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ciência biológica contemporânea caracteriza-se pelo estudo de áreas do conhecimento de forma totalmente isoladas e estanques. Assim, o Nutricionista desconhece como os alimentos que utiliza no seu trabalho diário são produzidos e usa, ainda hoje, tabelas de composição de alimentos totalmente velhas e ultrapassadas, desconhecendo o fato essencial, para o exercício da sua profissão, de que a composição química dos alimentos é uma função direta da fertilidade do solo.</p>
<p>E a fertilidade do solo pode variar de acordo com a época do ano, local, pluviosidade, composição química desse próprio solo, relêvo, clima e principalmente com a atividade microbiológica desse solo e o tipo de manejo agrícola, convencional quimicalizado com ênfase no N-P-K ou Biológico, Orgânico, Ecológico, etc.. que enfatizam todos os 94 elementos naturais da Tabela Periódica.</p>
<p>Os alimentos foram feitos para alimentar as pessoas e os animais, ou pelo menos deveriam ser. Entretanto, com o advento do chamado Agronegócio, os alimentos hoje não passam de commodities ou seja, de moeda de troca ou ativos, cujo principal objetivo é o de ser trocado por moeda corrente, ficando a Nutrição, diga-se de passagem, em segundo plano. A Nutrição passou a ser um sub-produto do processo de produção de alimentos. Eu já tive a oportunidade de escrever sobre esse aspecto anteriormente ( 3 ).</p>
<p>Recentemente, o Bushel do Milho ( uma medida volumetrica americana padrão usada há séculos ) foi reduzido, por decreto oficial nos EUA, das suas tradicionais 56 libras para apenas 54 libras porque fica cada vez mais dificil para o milho transgênico atingir o peso padrão em virtude da sua menor densidade ( 11 ).</p>
<p>A palavra “cultura” vem do latim cultura ou culturae, uma forma de colere, que significa cultivar o solo e suas criaturas, animais, plantas, fungos e bactérias. Hoje, na produção de alimentos, o termo “cultura” foi substituido por “negócio”. A cultura, entretanto, foi o que nos tornou seres humanos civilizados. Cultura significa a totalidade de tudo que nós, sêres humanos, queremos passar de geração a geração em termos de linguagem, literatura, música, arte, conhecimento científico, crenças, assim como a culinária e as práticas agrícolas sustentáveis. Por outro lado, o único objetivo do chamado Agronegócio é unica e exclusivamente o lucro.</p>
<p>Hoje em dia não deve ser mais novidade para ninguém que o Agronegócio sequestrou a nossa civilização com todo um processo de produção de alimentos vazios e obesogênicos. Onde quer que você vá, poderá observar o que Manning chamou de Sociedade Obesogênica ( 9 ) com pessoas de aspecto “extrusado”, resultado do consumo de alimentos de baixíssima qualidade nutricional.</p>
<p>O médico, da mesma maneira, pouca informação dispõe sobre como foram produzidos e quais nutrientes esses mesmos alimentos contém ou deveriam conter e desconhece que efeitos diretos e indiretos as substancias químicas, utilizadas nessas lavouras, teriam sobre seus pacientes. Hoje, igualmente, é reconhecido que alguns agrotóxicos usados na Agricultura são apontados como sendo a origem de inúmeras das chamadas doenças modernas. Também já tive oportunidade de escrever e de palestrar sobre isso ( 4, 5 ).</p>
<p>O conceito de dividir para governar ou dividir para reinar foi pela primeira vez usado pelo Imperador romano Cesar (divide et impera) e depois por diversos outros conquistadores como Napoleão e tem se mostrado bastante eficiente no que diz respeito ao controle de populações. O conceito refere-se a uma estratégia que tenta romper as estruturas de poder existentes e não deixar que grupos menores se agrupem.</p>
<p>É um conceito muito usado até hoje na politica e tem sido esse conceito basilar que mantém as diversas areas do conhecimento sem a devida comunicação entre si, e de forma totalmente estanque, para que sejam facilmente manipuladas e controladas pelos interesses econômicos envolvidos.</p>
<p>Em todas as áreas da ciência, mas notadamente na Medicina, estimula-se o “Especialismo”, ou seja, sabe-se cada vez mais sobre cada vez menos. O médico Dr. David Perlmutter, no seu excelente livro Amigos da Mente, afirma que “todo o campo da Medicina se caracteriza por disciplinas separadas, divididas por parte do corpo ou sistemas individuais” e ”É um ponto de vista completamente desconectado da ciência atual” ( 1 ).</p>
<p>Esse aspecto fragmentado da ciência, aparentemente correto, de se lidar com as diversas áreas do conhecimento, ao invés de formar as pessoas, faz com que individuos cada vez mais desinformados, sejam alçados a posições-chave na estrutura técnico-científica da nossa sociedade. O “Especialismo” ao invés de formar indivíduos cada vez mais letrados, só está gerando mais alienação científica e desinformação erudita.</p>
<p>Essa simples constatação pode elucidar muito do que acontece, hoje em dia, onde a Ditadura Científica reina absoluta sobre todos os demais poderes.</p>
<p>Teoricamente, as democracias estariam alicerçadas nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, porem a Academia conseguiu elevar o seu poder acima de todos os poderes porque será ela quem, em ultima analise, irá opinar sobre todo e qualquer assunto, problema ou sobre o que é “certo ou errado”. A Academia detém esse poder e o exerce de forma ditatorial. Tente veicular qualquer opinião ou ponto de vista divergente do pensamento oficial acadêmico e conhecerá esse poder ao qual me refiro.</p>
<p>Podemos traçar um paralelo entre o desenvolvimento do “Especialismo” com o desenvolvimento das mega empresas do ramos da Agricultura/Nutrição/Medicina. Afinal de contas, as mega empresas usam a Ditadura Científica a seu favor no momento em que contratam e mantém as pessoas que foram tituladas e que supostamente seriam os repositórios oficiais do saber, para validar as suas tecnologias e seus produtos, muitas vezes com consequencias desastrosas para toda a humanidade, como no caso do Glifosato na Agricultura, dos alimentos transgênicos, no caso da mentirosa relação entre gorduras saturadas e doenças coronarianas, da falácia do leite como fonte de Cálcio, na Nutrição e Medicina e até mesmo a liberação de medicamentos com efeitos prejudiciais como o Vioxx, e outras 181 drogas retiradas do mercado, por terem efeitos reconhecidamente nocivos a saúde humana após terem sido aprovadas pelas agencias regulatórias ( 8 ). Todos eles recebem ou receberam o beneplácito da Ditadura Científica.</p>
<p>Ao manter o conhecimento em espaços estanques, conseguem de maneira eficaz fazer o que Cesar e Napoleão preconizavam, ou seja, dividir para governar, e com isso manter o absoluto controle sobre a sociedade atual.</p>
<p>Foi Hipócrates, o médico grego que seria o pai da Medicina moderna, quem primeiro afirmou ainda no século III A.C. que “todas as doenças começam no intestino”, muito antes de termos qualquer prova ou teoria que explicasse essa idéia.</p>
<p>Nessa época, nem mesmo a existência das bactérias era conhecida, até que Leeuwenhock, fez suas próprias observações e pode constatar a existência de organismos os quais chamou de animalculos, como anteriormente informado ( 2 ).</p>
<p>Esse foi realmente o pai da microbiologia, muito embora Pasteur, o mesmo que deu inicio a microbiofobia e que possibilitou a criação das diversas empresas que hoje exibem mais poder e força do que muitos paises e que se situam acima desses mesmos paises e governos, seja frequentemente apontado como o pai da Microbiologia.</p>
<p>Entretanto, foi o biológo russo Élie Mechnikov, ganhador do Prêmio Nobel, quem primeiro traçou um vínculo direto entre a longevidade do homem e um equilibrio saudável das bactérias intestinais, afirmando que “a morte começa no cólon”.</p>
<p>Com a recente constatação de que nós humanos seríamos “donos” do DNA de apenas 10% do do total de células existentes no nosso corpo ( 6 ) vem a tona a seguinte pergunta : Qual das atuais areas do conhecimento humano teria o especialista responsável por esse terreno que diz respeito a 90% das células existentes no nosso corpo ?</p>
<p>Os Médicos ? Com certeza que não. Até hoje eles não estão nem um pouco interessados nessa seara. Existem raríssimas e honrosas exceções como o Dr Perlmutter ( 1 ) e diversos outros.</p>
<p>Os Microbiologistas ? Duvido muito. Esses sofrem de uma deformação cultural e científica, já anteriormente abordada, que os impedem de ver a convivência benéfica compartilhada desses organismos ( 2 ), e uma certa tendência “de berço “ a considerar toda bactéria como uma coisa maléfica e nociva.</p>
<p>Os Nutricionistas estariam entre os profissionais que mais se interessam por esse campo mas, de novo, falta-lhes o necessário cabedal no que diz respeito a inter-relação que existe entre o solo, as plantas, o microbioma intestinal e a saúde das pessoas e dos animais.</p>
<p>A grande e inegável verdade é que a origem da nossa saúde está, e estará sempre, ligada ao solo. Esse mesmo solo que o Agronegócio insiste em tratar como um suporte inerte que irá depender sempre de fertilizantes químicos para produzirem commodities e não alimentos para nutrir as pessoas e os animais.</p>
<p>Qual seria então o profissional responsável pelo nosso Microbioma Intestinal ?</p>
<p>Seriam necessários sólidos conhecimentos sobre o solo e a sua microbiologia. Afinal de contas esses microrganismos benéficos ao nosso organismo tem sua origem no solo e no meio ambiente, e na sua inter-relação com as plantas. Teria que ter a exata noção do que vem a ser Humus, a base da fertilidade perpétua e alimento da microflora do solo, sobre os minerais que o constituem e sobre a sua importância na nutricão das plantas, animais e seres humanos.</p>
<p>E finalmente, esse profissional, deveria conhecer como as lavouras são conduzidas para que exibam a maior densidade nutricional possível pela utilização de ferramentas do sistema biológico de cultivo como Compost Tea, Extratos de Algas soluveis, Humatos solúveis, Hidrolizado de Peixe, Bactérias Benéficas específicas multiplicadas, e ser capaz de escolher as melhores frutas e hortaliças para serem consumidas pela medição do Brix desses produtos.</p>
<p>O que nós precisamos, dada a importância da Microbiota Intestinal, é de um profissional que se dedique exclusivamente a cultivar esse “jardim ou horta” que existe dentro de nós. E para fazer isso terá que ter conhecimentos sólidos baseados em ciência real, e não em meias verdades, que transcendam a uma única formação acadêmica formal e totalmente desvinculada do atual conhecimento atrelado, cooptado e ditado pelas empresas supranacionais.</p>
<p>Seria interessante que tivessem igualmente conhecimento das dietas tradicionais dos diversos povos, principalmente daqueles cujas populações tenham uma maior porcentagem de indivíduos centenários e que sempre previlegiaram os alimentos fermentados como Leite e Queijos Fermentados e Manteiga (ou Ghee) oriundos de leite de gado à pasto, acidos graxos saturados (como Óleo de Côco), acidos graxos Monoinsaturados (Azeite de Oliva), Fontes naturais de EPA e DHA, vegetais, frutas e grãos fermentados e que respeitem todos esses organismos não só como nossos ancestrais mais sim como uma força co-evolucionária que existe dentro de nós (10).</p>
<p>Portanto, é proposta a criação de uma nova disciplina que poderá fazer parte dos cursos de Nutrição, Agronomia, Zootecnia e Medicinas Veterinária e Humana, que possibilite que esses profissionais tenham uma visão ampla da origem da saúde do solo, das plantas e dos animais e das pessoas e que essa formação lhes possibilitem fazer a união entre os diversos ramos do conhecimento humano, há muito tempo perdida pela compartimentalização do conhecimento imposta pela Ditadura do Conhecimento.</p>
<p>Não podemos nos esquecer, afinal de contas, que a Inteligência Artificial é um espectro que ameaça toda e qualquer profissão que tenha abrangência muito restrita como o Especialismo tem propiciado e, sendo assim, no futuro, quando mais eclética for a sua formação tanto melhor serão as suas chances de sucesso, em um mercado de trabalho, espera-se, cada vez mais restrito e competitivo.</p>
<p>Aos computadores serão destinadas todas as funções passíveis de serem executadas por advogados, médicos, engenheiros e até mesmo nutricionistas. O computador médico Watson já provou ter mais acertos em diagnósticos do que médicos humanos, justamente porque foi alimentado com informações de todas as areas da Medicina incluindo as medicinas alternativas como Ayurveda, Quiropratica, Osteopatia, Homeopatica e outras.</p>
<p>O futuro acena para o ecletismo e não para a especialização. Estejamos preparados para a Revolução da Informática, que irá finalmente depor a Ditadura do Conhecimento.</p>
<p>Caso alguém ainda não saiba, essa revolução já começou.</p>
<p>José Luiz M. Garcia</p>
<p>Fonte: <a href="https://institutodeagriculturabiologica.org/2017/10/11/agricultura-nutricional/"><strong>Instituto de Agricultura Biológica</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Agricultura Biológica</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/agricultura-biologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 18:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura sintrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
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					<description><![CDATA[DEZ RAZÕES PARA ABRAÇAR ESSA IDÉIA O fracasso da Agricultura Orgânica em conseguir aumentar a área plantada no mundo acima dos ridículos 1,1% ( 1 ) em quase 100 anos de existência, fez com que os agricultores mais progressistas se cansassem de esperar por essa via e buscassem novas alternativas de modelos tecnológicos agrícolas que &#8230; <p class="link-more"><a href="https://www.ecoagri.com.br/agricultura-biologica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Agricultura Biológica"</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>DEZ RAZÕES PARA ABRAÇAR ESSA IDÉIA</strong></p>
<p>O fracasso da Agricultura Orgânica em conseguir aumentar a área plantada no mundo acima dos ridículos 1,1% ( 1 ) em quase 100 anos de existência, fez com que os agricultores mais progressistas se cansassem de esperar por essa via e buscassem novas alternativas de modelos tecnológicos agrícolas que também respeitassem o meio ambiente.</p>
<p>Inconformados com o fraco desempenho do modêlo orgânico e suas outras vertentes, como agroecologia, agroflorestal, biodinâmica, sintrópica, etc… e não querendo igualmente se engajar na constante destruição do meio ambiente, via agricultura convencional suicida, buscaram esses produtores uma forma de resgatar a idéia original dos fundadores da agricultura orgânica que era a de produzir alimentos de maior valor nutritivo que realmente servissem para nutrir as pessoas, e não, e tão somente, uma suposta isenção de contaminantes químicos, numa época em que a ciência já demonstrou ser essa pretenção praticamente impossível após o advento do glifosato, que hoje está omnipresente (no solo, na agua e no ar) em praticamente todo o planeta ( 2, 3 ).</p>
<p>Desse inconformismo, com ambas correntes de pensamento, foi que surgiu a BioAgronomia ou Agricultura Biológica como uma terceira via que visa além da redução de custos, a sustentabilidade, o respeito ao meio ambiente, a isenção de contaminantes até aonde for possível, a melhoria da qualidade e também a densidade nutricional de frutas e grãos, garantindo dessa forma uma melhor nutrição a todos, o que deveria ser o objetivo maior da produção de alimentos.</p>
<p>Entretanto, existem razões de sobra para abraçarmos a idéia de uma nova agricultura biológica ou BioAgronomia, o que agora passamos a enumerar ( 4 ).</p>
<p><strong>Razão Número 1.</strong> O atual modelo químico agrícola atual preenche tranquilamente a definição de insustentabilidade, ou seja, cada vez mais produtos químicos são usados por ano e mesmo assim a pressão de insetos e doenças aumenta ano a ano ( Em 2016 foram usados 1,1 milhões de toneladas de produtos químicos ).</p>
<p><strong>Razão Número 2.</strong> Um índice razoável da medida do sucesso de uma sociedade seria o status da saúde das suas crianças. Em um recente estudo americano, que involveu 1.400 escolas infantis, as crianças foram monitoradas para a presença de 13 dos produtos químicos mais utilizados na agricultura. Para horror dos pesquisadores, todas as crianças tinham niveis inaceitáveis de todos aqueles 13 produtos químicos agrícolas.</p>
<p><strong>Razão número 3.</strong> A recente tendência em todas as avaliações da vida do solo, revelou uma dizimação de organismos-chave presentes no solo que incluem minhocas, protozoários, digestores de celulose, fixadores de nitrogênio, solubilizadores de fósforo, e vários organismos responsáveis pela solubilização e entrega de nutrientes,<br />
como micorrizas, devido a ação do glifosato, entre outros.</p>
<p><strong>Razão Número 4.</strong> A baixa fertilidade do solo significa uma nutrição pobre para os animais e para as pessoas ( Relatório da OMS recente ). A disponibilização dos minerais do solo é uma função do equilíbrio mineral e biológico.</p>
<p><strong>Razão Número 5.</strong> A Agricultura Convencional é o maior contribuidor para a produção dos gases que causam o efeito estufa, incluindo 25% da produção mundial de CO2, 60% do metano e 80% do óxido nitroso ( que é 310 vezes mais poluente que o CO2 ).</p>
<p><strong>Razão Número 6.</strong> Se o mundo fosse capaz de reduzir em 100% as emissões de CO2 amanhã, então em 200 anos o nosso nível atmosférico voltaria aos níveis de 1975 (que ainda seriam muito elevados). Nós estamos acorrentados em um modo de auto destruição e a única salvação possível seria por meio da própria Agricultura.</p>
<p><strong>Razão Número 7.</strong> Créditos de Carbono devido ao aumento de Humus no solo são uma necessidade urgente. O aumento do ter de Humus do solo em apenas 1% nos solos americanos, por exemplo já contribuiria para a remoção de 4,5 bilhões de toneladas dos 8 bilhões de toneladas geradas anualmente pelos EUA.</p>
<p><strong>Razão Número 8.</strong> A formação de Humus no solo é um processo biológico, de modo que qualquer ação ou medida que tenha impacto prejudicial nessa formação será considerada como inaceitável a um determinado ponto, e isso incluiria o plantio convencional entre outros.</p>
<p><strong>Razão Número 9.</strong> Um sistema agrícola baseado no petróleo e seus derivados (fungicidas, inseticidas, herbicidas, fertilizantes e diesel) tem um prazo de validade bem definido, na medida em que os preços do petróleo continuem a subir indefinidamente. Agricultores mais inteligentes já reconheceram a necessidade de reduzir a sua dependência da petroquímica, reduzindo dessa maneira os seus custos.</p>
<p><strong>Razão Número 10.</strong> A paixão pela sua profissão e atividade escolhida, realmente não tem preço. Duvido que alguem, em sã consciência, se sinta inspirado ou gratificado pelo constante envenenamento do seu ambiente de trabalho e do alimento que está sendo produzido. Hoje em dia não existe mais espaço para nenhum tipo de paixão pelos venenos.</p>
<p>É preciso que govêrno e governantes sejam convencidos da necessidade de se usar a verdadeira ciência e a tecnologia para desenvolverem com urgência uma metodologia que possibilite a avaliação do aumento da quantidade de humus gerado no solo com a finalidade de monitoramento desse nível e assim fazendo, do grau de eficiência desses mesmos agricultores em fazer uma agricultura que respeite a natureza e, se for o caso, premiar aqueles que trabalham pelo seu constante incremento.</p>
<p>Os agricultores mais conscientes mereçem, sem sombra de dúvidas, ser remunerados por esse trabalho de auxílio a Natureza e redução dos níveis de carbono atmosférico com base na formação de Humus no solo.</p>
<p>Nesse aspecto ajudaria muito a leitura do artigo “O Mundo sob o nossos pés” também disponível nesse mesmo blog em : https://institutodeagriculturabiologica.org/2016/12/07/o-mundo-embaixo-dos-nossos-pes/</p>
<p>Hoje sabemos que é o Humus do solo quem teria essa capacidade regenerativa de fixar todo esse carbono que foi liberado pela queima desses estoques gigantescos de “ fotossíntese pré-histórica ”, como o saudoso Jerry Brunetti gostava de dizer ( 5 ), representada pelos combustíveis fósseis e dessa forma a produção de Humus, via atividade microbiológica do solo, seria a principal ferramente de que dispõe o agricultor para ajudar o planeta nesse esforço de recuperação ambiental.</p>
<p>Em outras palavras, a solução para o nosso maior problema ambiental, isto é, efeito estufa provocado pela liberação de CO2 , e demais gases, bem como a diminuição de nitrogênio que está acidificando o nível dos mares, reside na própria Agricultura.</p>
<p>A Austrália é um país muito progressista. É talvez o lugar onde exista menos restrições a qualquer tipo de pensamento e de idéias e, talvez seja por isso , que foi lá onde a agricultura orgânica tenha atingido o seu maior nível de aceitação ( 23% das áreas da Australia já são manejadas orgânicamente ).</p>
<p>Foi lá que a Dra. Christine Jones desenvolveu um sistema para acreditação de carbono no solo, para fins de obtenção de créditos referentes a esse sequestro de carbono ( 6 ). Já estaria mais do que na hora de conhecermos melhor esse sistema e tentar adapta-los às nossas condições.</p>
<p>Produzir alimentos limpos, com maior densidade nutricional, e ainda por cima aumentar o teor de Humus no solo, deveria ser o objetivo de qualquer sistema agrícola no presente e no futuro, independente do rótulo.</p>
<p>José Luiz M. Garcia</p>
<p>Fonte: <a href="https://institutodeagriculturabiologica.org/2018/05/02/agricultura-biologica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Instituto de Agricultura Biológica</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é o alimento orgânico?</title>
		<link>https://www.ecoagri.com.br/o-que-e-o-alimento-organico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2018 20:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Horta urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ecoagri.com.br/?p=3491</guid>

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